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A caçada por Charlie Hebdo esgota revista em Paris

Depois do triste evento na semana passada que comoveu artistas de todo mundo, quando o jornal francês Charlie Hebdo foi invadido por extremistas islâmicos e 12 pessoas foram mortas, incluindo Georges Wolinski e outros grandes cartunistas, a revista semanal voltou com a impressionante tiragem de 3 milhões de exemplares, tradução para 16 idiomas e distribuição em mais de 30 países.

Se os terroristas realmente queriam calar manifestações de humor a respeito de sua religião o efeito foi propositalmente inverso, e mesmo na madrugada fria parisienses fizeram fila para conseguir uma cópia da história edição pós-atendado.

paris jornaleiro por charlie hebdo EVGENY FELDMAN

Fugir da leitura dos fatos em preto e branco é complicado, como tantas vozes que se levantaram reforçaram existem questões mais complexas que a censura da livre opinião, porém também não há justificativas para relativizar um crime cometido contra pessoas que buscavam mudar o mundo sua arte.

A capa da nova edição do Charlie Hebdo trás uma caricatura de Maomé pelo cartunista Luz segurando uma placa que diz “Eu sou Charlie” e o título “Tudo está perdoado”.

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Fotografias de Evgeny Feldman/Mashable

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