
Alice Monteiro Puterman nasceu em Petrópolis (RJ) em 2002 e vive atualmente na capital fluminense. Graduanda em Pedagogia, com passagem pelo curso de Letras na UERJ, dedica-se também à especialização na área de inclusão. Autista com mutismo seletivo na infância, encontrou na palavra escrita a primeira linguagem que conseguia acessar. Candura, seu livro de estreia,…

“Com sensibilidade rara e uma atenção que opera com exuberância nos escoamentos da matéria água entre teoria e poesia, Júlia Vita nos oferece, com ‘Rítmica marítima’, um trabalho poderoso — aporte bibliográfico tanto para poetas e escritores quanto para pesquisadores.” Mar Becker, escritora, no texto de quarta capa da obra A Sophia Editora lança“Rítmica marítima:…

Publicado pela editora Caos e Letras, livro marca a estreia do autor no romance; Giusti já foi semifinalista do Oceanos e finalista do Jabuti com livros de contos Semifinalista do Prêmio Oceanos em 2024, o escritor André Giusti (@andregiustim68) lança seu primeiro romance,“Só vale a pena se houver encanto”. Publicada pela editora Caos e Letras (368 págs.),…

Em nova obra infantojuvenil, autora coloca a crise climática no centro da narrativa e aposta na amizade, na agroecologia e na força do coletivo para transformar ecoansiedade em imaginação ecológica. Em uma São Paulo de futuro próximo atravessada pela emergência climática, duas crianças descobrem que talvez a amizade seja também uma forma de criar outras…

Em entrevista, a autora reflete sobre desigualdades no meio literário e como a escrita pode transformar experiência pessoal em resistência política. Moradora da Brasilândia, na Zona Norte de São Paulo, Flávia Teodoro Alves construiu uma trajetória literária que cruza arte, educação e performance. Autora dos livros de poesia “Não existe guarda-chuva pra quando chove de…

Em “Boas meninas se afogam em silêncio”, o feminicídio de uma herdeira da alta sociedade mobiliza a polícia e desmonta a imagem de moralidade da Curitiba da Lava Jato. A médica e escritora gaúcha Andressa Tabaczinski, 35 anos, estreia com“Boas meninas se afogam em silêncio” (Rocco, 272 págs.), thriller investigativo finalista do Prêmio Jabuti 2025…

Por Ana Paula Couto* Ontem me deparei com uma página no Instagram sobre a Mulher Maravilha que me fez dar um passinho para trás no corre-corre do dia. Sabe aquela expressão “Bateu, doeu, pega que é seu”, pois bem, li o post sobre a Amazona mais famosa que já inventaram, senti doer e peguei para…

A invisibilidade da mulher madura na ficção é sintoma de um imaginário que ainda teme o envelhecimento feminino Por Ana Paula Couto “Não importa onde e nem em que tempo estejamos. Se você nasce mulher, já nasce fadada ao combate, ao embate, ao confronto, à resistência.” Essa frase, de minha autoria, presente no prefácio de…

A escritora manauara Myriam Scotti lança “Sol abrasador prepara solo fértil” (editora orlando), livro de contos que coloca no centro da narrativa mulheres amazônicas marcadas pelo trabalho precoce, pela migração e pela resistência cotidiana. Entre o interior do Amazonas e a capital Manaus, a autora constrói histórias que atravessam diferentes períodos históricos e revelam como…

Claudia Jordão lança em abril “Elas, mulheres” (2026, 88 págs.), o último volume da tetralogia iniciada com “Mulheres que me habitam”, “Eu Tu Elas” e “Elas, meninas”. Publicado pela Alpharrabio Edições com recursos da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB) por meio do ProAC, o livro reúne contos que mergulham nas camadas íntimas da violência doméstica,…

Novo livro da escritora paulista aprofunda a reflexão sobre as múltiplas camadas da violência, especialmente no âmbito doméstico, e transforma estatísticas em experiências narradas “Claudia Jordão não responde de modo direto, nem oferece promessas fáceis; afirma, antes, o compromisso de contar dessas mulheres, tantas, e do que gostariam que todos soubessem. Não é fácil ouvir.…

A escritora e psicanalista Fernanda Hamann transforma a migração contemporânea em romance sobre racismo estrutural e deslocamento cultural, acompanhando uma mulher branca e racista que passa de agressora a vítima de preconceito. “Zuca busca o oposto do maniqueísmo didático, oferecendo uma trama construída com ambiguidades e sutilezas, provocando nossos juízos automáticos de justiça e compaixão.”…