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O jornal não diz

Previsões sobre um destino onde seres humanos retrocedem até um ponto ridículo!? O desafio seria estranhar essas situações, estes acontecimentos que cada um carrega pentelhando a própria paz, seu modo de vida.

 

Não será uma catástrofe natural (ou espacial!) doida que vai dinamitar seu futuro, é como lida com a “Excelência”, com a árdua tarefa de aprender além de visualizar. Por favor, acudam estas palavras!

 

O jornal não diz que o papel é artigo de luxo, não cede definitivamente à tecnologia. Mesmo sabendo que a Internet é democrática, louca sem rédeas, que tomará o mundo – provavelmente a mais completa mídia! Não diz também pra desconfiar, não se debate, apenas vai atravessando o Tempo enganando direitinho debaixo dos panos… Quem é o Burro e quem é Dono? Falem de sobrevivência, por acaso. E deixamos no ar…

 

Que a gente desse país tem o ímpeto pelas coisas difíceis, mesmo pouco importando o ganho ou a razão, isso já é fato. Mas será que não seriam os brasileiros tão humanos quanto os outros afora em seus atos? Não há mesmo diferença substancial, tudo está aqui e lá e misturado e vivo. Talvez até já lutando pelas causas globais!

 

A punição mesmo do ser humano está no arrependimento latente por ter atrapalhado a própria evolução, não acreditando ser a arte sua redenção, sua “nova” (grande e formosa) mídia, evolução, realidade.

 

Cito algo como outro desafio, o dos artistas suando e enraivecendo-se ao tentar a sorte pela produção independente, ou a tal altura de seu “sonho” por imortalidade da mesma forma que foram alguns de “boa geração” e outros não.

 

Se nos dizem emergentes, retrucamos que faliram! Que não se tocam que somos da mais pura pluralidade encrostada, ainda que hibernante… Mas da mais bela e significativa pintura de alegria. Mesmo que todas essas imagens e notícias e artigos ofusquem, ainda haverá a chaminha de libertação e prazer.

 

Existem caçadores e presas. Onde você se encaixa? Ou ainda não pensou a respeito?

 

De todas as parábolas, as que mais afetam este autor que os escreve, são as referentes ao próprio ofício de dizer coisas aos outros; talvez por isso a confusão se cause!

 

A mesma sensação de desligamento, de coração partido ao entregar nas mãos do público todos esses parágrafos ao longo dos anos se finita na neutralidade da palavra. Não resposta, para nada. Apenas está, como dizem, talvez dentro do texto em si.

 

As interpretações, as voltas com recentes anseios, fazem parte do mesmo engenho que nunca se termina; dizer nunca para!

 

Agora olhando para vocês próprios, pensando acerca… lamento informar que, ainda assim, estão errando. Esquecem a cada dia suas raízes e origens, procuram uma outra(?) lógica ainda que sem um fim maior que o do desfrute próprio. Tudo bem!! Isso soa incongruente vindo de outro ser, mas tomem por dica, novamente!

 

A loucura e o carnaval da vida não se apagam em ninguém. Só estou repetindo o óbvio!! Não se cura a mente na farmácia.

 

Acreditem que sua singularidade ainda está de pé lidando com ela!

 

E que a mídia desatenta e negativista tropece nela mesma.

Participe com sua opinião!

Navegante

Publicado por paulo vitor grossi

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