Resenha: Halo 3:ODST

Ambrosia Games Resenha: Halo 3:ODST

Orbital Drop Shock Trooper. Essa é a palavra de ordem nesse novo capítulo da série Halo. Nossos heróis são quase humanos, um pouco diferentes de Master Chief, o guerreiro Spartan II que era praticamente uma máquina de matar ambulante. Aqui, você encara o papel de um grupo de soldados ODST, ou, na tradução livre, Tropa de Choque de Queda Orbital, ou seja, soldados lançados de naves espaciais em órbita que entram em combate em solo após cairem no planeta com suas cápsulas de entrada.

Halo3_ODST

Começamos o jogo como The Rookie, um dos Shock Troopers que sofre um acidente na entrada e fica desacordado por seis horas. Tentando contato com seus outros companheiros, ele começa a procurar por estes pela cidade de Nova Mombaça (a atual, capital do Quênia), um lugar que está sendo invadido pelos Covenant para encontrar um ítem que modificará os rumos da guerra. Ao encontrar alguns componentes das armas ou armaduras de seus companheiros, termina a missão e você revive o que seu companheiro passou naquelas horas em que esteve desacordado.

A partir daí, temos a beleza de ODST. Como não somos Master Chief com sua armadura avançada que absorbe os danos iniciais, os tiros tomados afetam nosso vigor ou stamina, deixando a tela avermelhada e piscando. Descansando sem tomar tiros, a tela volta ao normal e podemos continuar. Se continuar tomando danos enquanto vermelho, a saúde é afetada diretamente, perdendo ela permanentemente até usar os serviços de saúde local e se recuperar através de pontos de regeneração espalhados pela cidade. Ou seja, nada de carregar 1231212 medpacks e se curar durante as lutas.

Halo security zone

O jogo foi concebido para que o jogador fosse mais inteligente na hora de atacar os inimigos, que, ao te verem pela primeira vez, irão te perseguir até matar. Somente uma ou outra vez eu vi um erro na IA do jogo que fez os inimigos voltarem aonde estavam se eu me escondia de se campo de visão depois de visto, Normalmente eu tinha que me virar da melhor forma possível.

O campanha solo dura umas 7, 8hs mais ou menos e é muito boa, acima dos padrões que se esperavam, porém, o jogo ganha qualidade em seus modos multiplayer.

halo-odst-firefight

Firefight é basicamente o mesmo que o modo Horde de Gears of War, só que com Covenant saindo dos poros do mundo e te atacando incessantemente, onda atrás de onda, uma mais difícil que a outra, até que todo mundo do seu grupo tenha morrido. Somando-se ao modo Firefight, o jogo acompanha um segundo disco com todos os 24 mapas lançados para o multiplayer de Halo 3 pela Live, são eles: Os originais (Construct, Epitaph, Guardian, High Ground, Isolation, Last Resort, Narrows, Sandtrap, Snowbound, The Pit, Valhalla), do Heroic map pack (Foundry, Rat’s Nest, Standoff), do Legendary map pack (Avalanche, Blackout, Ghost Town), do Cold Storage map, e do Mythic map pack (Assembly, Orbital, and Sandbox) bem como três novos mapas (Citadel, Heretic, Longshore).

Todos podem ser jogados com o disco novo, sem a necessidade de usar o disco de Halo 3, pela Live.

Em geral, o que era para ser apenas uma expansão, demostrou uma potencialidade fantástica, mostrando que a Bungie tem um enorme respeito pelo material de Halo. Agora, aguardemos Halo: Reach, que, segundo consta, se passará anteriormente ao primeiro Halo, mostrando a queda do planeta Reach, local de treinamento dos Spartans II e Master Chief.

J.R. Dib

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