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Alaska embarca em uma jornada de autodescoberta em divertido clipe dançante

“Tem que ver isso aí” foi dirigido por Lucas Furtado (Scalene)

Enquanto a letra dialoga sobre uma busca interna de auto-conhecimento, cada membro da Alaska dança em seu próprio espaço seguindo a ideia de “dance como se ninguém estivesse olhando”. Bebendo de uma estética kitsch de karaokê, a banda paulistana lança o clipe “Tem que ver isso aí”, dirigido por Lucas Furtado (Scalene).

Além de um aprofundamento próprio presente na temática da canção que ganha clipe, em seu mais recente disco, “Ninguém Vai Me Ouvir”, os músicos se inspiraram em relatos dos próprios fãs, que compartilharam histórias pessoais de forma anônima por meio da plataforma Curious Cat. O trabalho foi considerado um dos melhores lançamentos de 2018 por veículos especializados, entre eles a Rolling Stone Brasil e o Tenho Mais Discos Que Amigos.

Essas histórias estimularam o diálogo sobre as inseguranças, tristezas e segredos e fizeram a banda tentar se abrir mais liricamente, ousar na parte técnica e se aproximar do eletrônico e do experimental. Essa mudança estilística para aprofundar o assunto está presente em “Tem que ver isso aí”.

“Nessa música nós exploramos a importância de estar em contato consigo mesmo e ser capaz de aproveitar sua própria companhia”, reflete o vocalista André Ribeiro, sobre o quarto single do álbum.

Além dele, a Alaska é formada por Nicolas Csiky (bateria), André Raeder (guitarra), Vitor Dechem (teclado, guitarra e voz) e Wallace Schmidt (baixo). Amigos de longa data de Lucas Furtado, a banda lhe deu total liberdade para trabalhar imagens no chroma-key atrás dos músicos. A ideia da estética do vídeo já era uma maquinação antiga entre a Alaska e o diretor.

“Há alguns anos estávamos em um restaurante mexicano com o nosso amigo Lukão (Lucas Furtado, o diretor) e estava rolando um vídeo muito tosco, estilo videokê na televisão. Aproveitando todo o discurso e estética sérios que abordamos o NVMO até então, achamos que seria o melhor ou pior momento possível pra fazer algo sem significado ou motivo algum”, conta o baterista Nicolas.

“Ninguém Vai Me Ouvir” foi produzido por Gabriel Olivieri (Cavalo) e foi masterizado por Carlinhos Freitas (Classic Master). Guilherme Garofalo foi o responsável pela arte do álbum. O disco da Alaska é um lançamento Sagitta Records.

Ficha-Técnica:

Direção/Imagens/Edição: Lucas Furtado (Lukão de boné)

Roteiro: Lucas Furtado (Lukão de boné) e Alaska

Produção: Alaska

Composição: André Ribeiro

Intérprete: Alaska

Produção musical: Gabriel Olivieri

Mixagem: João Milliet

Masterização: Carlos Freitas – Classic Master

Assistente de masterização: Carina Renó  – Classic Master

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Publicação Build Up Media