Thainá Gonçalves jazz com R&B em seu primeiro single

Sete meses após se consagrar campeã da segunda temporada do reality Estrela da Casa, da Rede Globo, a cantora Thainá Gonçalves apresenta seu primeiro single lançado pela Purpose Music.  A artista, que já foi backing vocal de Felipe Ret, disponibilizou a canção “Ele Me Viu”, que mistura jazz e R&B em uma produção assinada por…


Sete meses após se consagrar campeã da segunda temporada do reality Estrela da Casa, da Rede Globo, a cantora Thainá Gonçalves apresenta seu primeiro single lançado pela Purpose Music. 

A artista, que já foi backing vocal de Felipe Ret, disponibilizou a canção “Ele Me Viu”, que mistura jazz e R&B em uma produção assinada por Jeff Leal, profissional que tem em seu currículo projetos de Ana Nóbrega, ex-integrante do Diante do Trono, e Diego Karter, que teve passagem pelo The Voice Brasil.

– A gravadora trouxe a primeira música para eu ouvir e eles foram certeiros, jogaram para ganhar. Eu amei a canção desde a primeira vez que ouvi e o resultado foi melhor do que imaginei. “Ele Me Viu” é da Isabelle Dias, que se inspirou em uma cena de novela onde um homem entrava na igreja e se arrependia dos seus pecados e da vida que levava. Eu me identifico muito com essa letra porque sou como esse pecador que reconhece o quanto a mão de Deus tem sido estendida com misericórdia sobre minha vida. Ele me viu, me salvou e continua aqui. Mas essa canção também é um convite à auto análise sobre até quando eu vou ser essa pessoa que foge de Deus – explica Thainá.

Envolvida com a música desde a infância, Thainá Gonçalves começou cantando na igreja e nunca mais parou e se inspirando em artistas como Kirk Franklin,Tasha Cobbs, Kierra Sheard, Beyoncé, Mary Mary, Jessica Augusto e Bruna Karla.

– Antigamente o meu estilo era completamente pentecostal. Em meu repertório só tinha Bruna Karla, Cassiane, Aline Barros, Voices, Fernanda Brum e até Shirley Carvalhaes. Mas tudo mudou ao conhecer a cultura black gospel norte-americana. Eu me identifiquei de uma forma tão surreal que parecia que já tinha nascido nesse ambiente e é onde me sinto parte. Está no meu sangue – afirma a artista.