Glee está de volta e melhor do que nunca!

Sabe quando nos apegamos a algo de forma tão intensa que qualquer coisa que mude o status quo é visto como ruim, incômodo e desnecessário? O primeiro episódio da segunda temporada de Glee traz a tona este sentimento – mais evidente em Rachel, é óbvio – onde os personagens que mais amamos retornam para mais números musicais.

Caso você more em uma caverna e não faz idéia do que estou falando, aqui vai um resumo:

“Glee é uma premiada série de televisão estadunidense do gênero comédia/musical, produzida pela FOX. A série foi criada por Ryan Murphy, Brad Falchuk e Ian Brennan e é tida como a sucessora de Popular pelos críticos, devido a linguagem muito parecida que Murphy usa em ambas. A história da série é focada nos esforços do professor de espanhol Will Schuester, em reerguer o coral da escola William McKinley em Lima, Ohio, chamado de Glee Club (Clube do Coral), que no passado foi motivo de grande orgulho para todos os alunos na instituição. No entanto, a escola não tem recursos para sustentar o coral, que a princípio só atrai os alunos pouco populares e estigmatizados.”

Após a derrota nas Regionais para o Vocal Adrenaline, o Nova Direções passa por mudanças estruturais, pois Sr. Shu quer que o pessoal incentive outros estudantes a entrarem no Glee Club. Após uma performance de Empire State of Mind no pátio da escola, Rachel e Finn notam dois possíveis candidatos, Sam (Chord Overstreet) novo jogador do time de futebol – além de futuro namorado de Kurt – e Sunshine (Charice Pempengco) aluna de intercâmbio vinda das Filipinas. Porém, a estabilidade alcançada logo desaparece com a chegada da nova treinadora do time de futebol na persona da Sra. Beastie, fazendo com que o impossível acontecesse, a união de Sue Sylvester e Will.

No meio da chegada de novos personagens, foi um retorno modesto e sem grandes badalações exceto pelo namoro de Tina e Mike Chang e o retorno de Quinn às Cheerios. De resto, tudo segue como antes.

Foi interessante ver a reação de alguns personagens quando se trata de mudanças, afinal de contas, qual o ser humano que nunca passou por isso? E uma frase de Rachel tem um certo fundamento, pois com a chegada de novos personagens não há um risco de outros ficarem mais na sombra? Quero ver Mercedes e Kurt com mais destaque neste seriado!

Com a saída de Idina Menzel caberá a Cheyenne Jackson a liderança dos Vocal Adrenalin. Interpretando Dustin  Goolsby o ator já mostrou que tornará este ano difícil para o Novas Direções ao levar Sunshine para sua escola com a ajuda de Rachel e, é claro, de Sue Sylvester.

E para fechar o post, deixo o preview do episódio de amanhã que promete ser muito melhor que o especial da Madonna.

[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=8B23XaW5PDQ[/youtube]

Hit Me Baby One More Time

Ana Clara Pequeno lança obra de estreia sobre Wilhelm Reich com eventos no Rio e em São Paulo

Em 'Mecanismos Invisíveis de Controle Social', a pesquisadora Ana...

Chef italiano é demitido após se recusar a colocar abacaxi na pizza

Um chef italiano foi demitido de um restaurante em...

Cristiano Mascaro apresenta fotografias de cidades brasileiras e estrangeiras na Biblioteca Brasiliana

Cidades brasileiras e estrangeiras se encontram em Exit non exit, exposição de Cristiano Mascaro na Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin, na USP. Com curadoria de Luiz Armando Bagolin, a mostra reúne 40 fotografias em preto e branco que investigam a arquitetura e os modos de ocupar os espaços. A visitação é gratuita, até 16 de dezembro, com apoio cultural da DAN Galeria

Filme sobre o cotidiano Guarani Mbya na Aldeia Rio Silveira será exibido em Los Angeles

Documentário paulista 'Teko Porã' ganha o mundo: filme sobre aldeia Guarani no litoral de SP é selecionado para festival internacional em Los Angeles

Mú Carvalho expõe a alquimia d’A Cor do Som em entrevista à Ambrosia

Em conversa com o site sobre as cinco décadas...